Pesquisa Avançada

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Receita para Superação

Resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. A resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto de tomada de decisão entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões, propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.



Para a psicologia, o conceito é utilizado para definir um conjunto de processos sociais e intrapsíquicos que possibilitam indivíduos a manifestarem o máximo de inteligência, saúde e competência em ambientes de complexidade, instabilidade e pressão.
Diante das pressões do dia-a-dia, sermos resiliêntes nos ajuda a manter o autocontrole, o otimismo, a empatia, a autoconfiança e acharmos sentido para a vida. Nos ajuda a ter relacionamentos saudáveis e mantê-los, seja do lado pessoal ou profissional.
Você é resiliente quando cresce nas mudanças, inova, se antecipa às situações e produz coerência estratégica para sua equipe e clientes. Sua influência como um ser resiliente precisa ter mais impacto proativo e orientado para o futuro.
Empresas e profissionais que manifestam resiliência são como dançarinos altamente competentes que sabem dançar e criar passos que provocam admiração e aplausos na platéia, independente do ritmo e do estilo de música que está tocando. Seu fator crítico de sucesso é seu “movimento estratégico”, ou seja, um conjunto de decisões e ações gerenciais que resultam em importantes produtos e serviços capazes de criar novos mercados.
Para se tornar resiliente você precisa ter a certeza de que conseguirá superar os obstáculos da vida, controlar situações, superar as pressões. A fé em Deus e em nós mesmos, capacita-nos.
O que é fundamental é que atravez da fé temos a paz, a alegria, o autocontrole e a certeza de que estamos nas mãos de Deus. Ele nos deixou inúmeras promessas de que sempre estaria conosco, jamais nos abandonaria. Essa certeza nos faz fortes, resiliêntes, imbatíveis, verdadeiros vencedores!

“Mas os que confiam no Senhor renovarão as suas forças. Subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; andarão sem desfalecerem.”  Isaías 40:31
 

sábado, 24 de setembro de 2011

NUNCA! JAMAIS DESISTA DOS SEUS SONHOS!

Todos temos sonhos. Alguns correm atrás e os realizam. Outros nadam em busca deles e morrem na praia. Outros acham que o sonho é muito grande para ser realizado e nem tentam.
Mas hoje eu quero falar das pessoas que tentam, que correm atrás de seus sonhos, porque são realizadores em potencial. E as pessoas não gostam de pessoas assim. As pessoas gostam de você exatamente como é, sem crescer e de preferência estando abaixo delas. É verdade!
Essas pessoas são divididas em dois grupos: em primeiro são os "Ratos do Esgoto" e em segundo os "Urubus da Cerca".
Os "Ratos do Esgoto" atacam primeiro. São um grupo de pessoas frustradas, mal-amadas que vivem com o intuito de agregar mais vítimas, companheiros para suas vidas vazias e sem sentido. Em resumo: nojentas! Todos temos de manter distância dessas pessoas; o pessimismo, mau humor e inveja são energias negativas que devemos evitar.
 Elas fazem de tudo para desmotivar você, dizer que o que você quer é perda de tempo, que conhece tantas pessoas que tentaram algo igual e perderam tudo, que você não dá pra isso e assim por diante. E agem até com ironia ridicularizando você que deveria ter mais os pés no chão e sonhar menos. Ser mais realista!
Mas você não desiste e vai em frente. Parabéns!
Aí aparecem os "Urubus da Cerca". São aqueles que tentam passar a imagem que simpatizam com o seu sonho, com seu projeto, mas na verdade, só querem estar por perto para puxarem o seu tapete na primeira oportunidade! E depois dizem: - Que pena que não deu certo. Porque você não tenta outra coisa, algo assim mais realista, mais “o seu estilo”?
Se quisermos realizar quaisquer coisas temos que nos livrar desse pessoal. Ninguém tem o direito de dizer que você não é capaz. Jamais aceite isso!
Guarde o seu sonho, com carinho, para você e somente compartilhe com pessoas que você realmente confia, que você sabe que quer o seu bem. Caso tenha  pessoas assim, compartilhe seu sonho, pois à medida que agregamos forças positivas, estamos começando a concretizá-lo.
E NUNCA! JAMAIS DESISTA DOS SEUS SONHOS!


Autoria: Renato Salles

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A NOTA DE 20 DÓLARES

Num Seminário, um famoso palestrante mostra uma nota de 20 dólares e pergunta: - Quem quer esta nota?




Mãos começam a se erguer e ele continua: 
- Eu a darei a um de vocês, mas antes, farei isto!

Então, ele amassa a nota e pergunta: - Quem ainda quer esta nota?

As mãos continuam erguidas...
- E se eu fizer isto?

Deixa a nota cair no chão e começa a pisá-la e esfregá-la... depois pega a nota, agora imunda e amassada, e pergunta:

- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permanecem erguidas.
E ele fala:

- Não importa o que eu faça com esta cédula, ela ainda vale 20 dólares. Isso também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que surgem em nossas vidas, e sentimo-nos desvalorizados, sem importância...

Creiam, não importa o que aconteça, jamais perderemos o nosso valor !
O preço de uma vida não é pelo que se faz ou se sabe, mas pelo que se É!




sábado, 14 de maio de 2011

O Mito de Sísifo e os dias atuais

O Mito de Sísifo e os dias atuais

Autor: Valéria Fátima da Rocha

Os deuses tinham condenado Sísifo a rolar um rochedo incessantemente até o cimo de uma montanha, de onde a pedra caía de novo por seu próprio peso. Eles tinham pensado, com as suas razões, que não existe punição mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança.
Este mito até hoje desperta uma bela mensagem de determinação e otimismo em meio à contradição da insensatez de um cotidiano, muitas vezes, monótono, fútil e inútil.

Albert Camus (1913-1960) contextualiza que tanto o operário que realiza as mesmas tarefas tem um trágico desfecho de Sísifo. Entretanto, a consciência deste absurdo é que traz à tona a revolta desta condição miserável e possibilita a ressignificação criativa desta situação.

As atividades de trabalho nalgum momento serão enfadonhas, isso independe de gostar não do que faz, mas diferente de Sísifo, temos a liberdade de escolha e ao desfragmentarmos deste cotidiano podemos ir além dele. Afinal, diferente de Sísifo, temos a liberdade de escolha, a vida não precisa se resumir no soar do despertador e o passar do crachá de ponto, pilhas de papéis, ligações telefônicas, agenda de reuniões... para no dia seguinte, começar tudo de novo. A ressignificação deste cotidiano também pode ser um poderoso antídoto contra o estresse desta vida moderna.

Entretanto, no campo emocional há pessoas tão endurecidas como pedra e vivem alheias e desconectadas que não conseguem diferenciar a montanha, o rochedo de si mesmas. E por sua limitada percepção alimenta a crença que este fardo é parte do destino; um destino de expiações e autoflagelo.

Mudar esta percepção que é tarefa árdua e complicada.

A percepção funciona como uma espécie e radar que auxilia o corpo, as emoções e sentimentos dos próprios limites, quando bem utilizada direciona os caminhos nos quais alcançamos a integração e a harmonia desses sentidos.

Pessoas endurecidas corromperam este radar e padecem fragmentadas em partes, algumas já perderam a capacidade de amar, doar-se, entregar-se, entristecer-se e alegrar-se fora do seu próprio circuito interno. Outras preferem o absurdo mantendo-se anos no sobe e desce da montanha presas a corrente invisível deste círculo vicioso de dor, sofrimento e certo conformismo.

O tempo passa, as forças diminuem, a exaustão se mistura com o acúmulo de revolta e desânimo. O maior perigo é quando o rochedo se torna o modo de ser e viver.

A proposta psicoterápica pode auxiliar nesta "junção de partes", a cortar os rochedos em pedaços miúdos até que não ofereça obstáculos para desbravar o cume da montanha e de lá enxergar os novos horizontes que ela possa oferecer.

RESUMO:
Este mito até hoje desperta uma bela mensagem de determinação e otimismo em meio à contradição da insensatez de um cotidiano, muitas vezes, monótono, fútil e inútil. Entretanto, no campo emocional há pessoas tão endurecidas como pedra e vivem alheias e desconectadas que não conseguem diferenciar a montanha, o rochedo de si mesmas. A psicoterapia poderá alterar esta percepção e ajudar a romper com o "rochedo" para ir além da montanha e visualizar novos horizontes.

Para saber mais sobre o Mito de Sífiso leia: http://filosofocamus.sites.uol.com.br/camus_sisifo_completol.htm
http://www.artigonal.com/psicoterapia-artigos/o-mito-de-sisifo-e-os-dias-atuais-3402931.html
Perfil do Autor

Psicoterapeuta Existencial com Especialização em Psicoterapia Fenomenológico Existencial, Centro de Psicoterapia Existencial. Atuação Clínica e Desenvolvimento de Programas de Orientação Profissional e Assistência a Obesos e portadores de Transtornos Alimentares, Psicoterapia Afirmativa para LGBT e Atendimento Domiciliar. Contato: (11) 8104-6490, e-mail: valeria.psc13@yahoo.com.br
http://valeriapsc.blogspot.com/