Pesquisa Avançada

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A NOTA DE 20 DÓLARES

Num Seminário, um famoso palestrante mostra uma nota de 20 dólares e pergunta: - Quem quer esta nota?




Mãos começam a se erguer e ele continua: 
- Eu a darei a um de vocês, mas antes, farei isto!

Então, ele amassa a nota e pergunta: - Quem ainda quer esta nota?

As mãos continuam erguidas...
- E se eu fizer isto?

Deixa a nota cair no chão e começa a pisá-la e esfregá-la... depois pega a nota, agora imunda e amassada, e pergunta:

- E agora? Quem ainda quer esta nota?
Todas as mãos permanecem erguidas.
E ele fala:

- Não importa o que eu faça com esta cédula, ela ainda vale 20 dólares. Isso também se dá conosco. Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e sujos, por decisões que tomamos e/ou pelas circunstâncias que surgem em nossas vidas, e sentimo-nos desvalorizados, sem importância...

Creiam, não importa o que aconteça, jamais perderemos o nosso valor !
O preço de uma vida não é pelo que se faz ou se sabe, mas pelo que se É!




sábado, 14 de maio de 2011

O Mito de Sísifo e os dias atuais

O Mito de Sísifo e os dias atuais

Autor: Valéria Fátima da Rocha

Os deuses tinham condenado Sísifo a rolar um rochedo incessantemente até o cimo de uma montanha, de onde a pedra caía de novo por seu próprio peso. Eles tinham pensado, com as suas razões, que não existe punição mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança.
Este mito até hoje desperta uma bela mensagem de determinação e otimismo em meio à contradição da insensatez de um cotidiano, muitas vezes, monótono, fútil e inútil.

Albert Camus (1913-1960) contextualiza que tanto o operário que realiza as mesmas tarefas tem um trágico desfecho de Sísifo. Entretanto, a consciência deste absurdo é que traz à tona a revolta desta condição miserável e possibilita a ressignificação criativa desta situação.

As atividades de trabalho nalgum momento serão enfadonhas, isso independe de gostar não do que faz, mas diferente de Sísifo, temos a liberdade de escolha e ao desfragmentarmos deste cotidiano podemos ir além dele. Afinal, diferente de Sísifo, temos a liberdade de escolha, a vida não precisa se resumir no soar do despertador e o passar do crachá de ponto, pilhas de papéis, ligações telefônicas, agenda de reuniões... para no dia seguinte, começar tudo de novo. A ressignificação deste cotidiano também pode ser um poderoso antídoto contra o estresse desta vida moderna.

Entretanto, no campo emocional há pessoas tão endurecidas como pedra e vivem alheias e desconectadas que não conseguem diferenciar a montanha, o rochedo de si mesmas. E por sua limitada percepção alimenta a crença que este fardo é parte do destino; um destino de expiações e autoflagelo.

Mudar esta percepção que é tarefa árdua e complicada.

A percepção funciona como uma espécie e radar que auxilia o corpo, as emoções e sentimentos dos próprios limites, quando bem utilizada direciona os caminhos nos quais alcançamos a integração e a harmonia desses sentidos.

Pessoas endurecidas corromperam este radar e padecem fragmentadas em partes, algumas já perderam a capacidade de amar, doar-se, entregar-se, entristecer-se e alegrar-se fora do seu próprio circuito interno. Outras preferem o absurdo mantendo-se anos no sobe e desce da montanha presas a corrente invisível deste círculo vicioso de dor, sofrimento e certo conformismo.

O tempo passa, as forças diminuem, a exaustão se mistura com o acúmulo de revolta e desânimo. O maior perigo é quando o rochedo se torna o modo de ser e viver.

A proposta psicoterápica pode auxiliar nesta "junção de partes", a cortar os rochedos em pedaços miúdos até que não ofereça obstáculos para desbravar o cume da montanha e de lá enxergar os novos horizontes que ela possa oferecer.

RESUMO:
Este mito até hoje desperta uma bela mensagem de determinação e otimismo em meio à contradição da insensatez de um cotidiano, muitas vezes, monótono, fútil e inútil. Entretanto, no campo emocional há pessoas tão endurecidas como pedra e vivem alheias e desconectadas que não conseguem diferenciar a montanha, o rochedo de si mesmas. A psicoterapia poderá alterar esta percepção e ajudar a romper com o "rochedo" para ir além da montanha e visualizar novos horizontes.

Para saber mais sobre o Mito de Sífiso leia: http://filosofocamus.sites.uol.com.br/camus_sisifo_completol.htm
http://www.artigonal.com/psicoterapia-artigos/o-mito-de-sisifo-e-os-dias-atuais-3402931.html
Perfil do Autor

Psicoterapeuta Existencial com Especialização em Psicoterapia Fenomenológico Existencial, Centro de Psicoterapia Existencial. Atuação Clínica e Desenvolvimento de Programas de Orientação Profissional e Assistência a Obesos e portadores de Transtornos Alimentares, Psicoterapia Afirmativa para LGBT e Atendimento Domiciliar. Contato: (11) 8104-6490, e-mail: valeria.psc13@yahoo.com.br
http://valeriapsc.blogspot.com/

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Marketing no Google - Mercados do Futuro



Posted: 06 Feb 2011 04:10 PM PST
O conhecimento de Marketing no Google é pré-requisito para todo profissional que pretende trabalhar com redes sociais e lidar com a dinâmica das redes sociais. O foco do Marketing Digital é conquistar o melhor posicionamento do site nos buscadores como Google, Yahoo, MSN.
entenda a lógica do empreendedorismo digital
A Otimização de Sites ou Search Engine Optimization (SEO) é um termo criado pela empresa Multimedia Marketing Group (MMG), de John Audette que refere-se a um método sistematizado para conseguir que um site tenha um melhor posicionamento nos buscadores.
Em português esta prática é conhecida como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas.
O essencial é saber que o objetivo do SEO é fazer que o seu site seja encontrado rapidamente valendo-se de palavras-chave. Para isso é necessário uma série de ações integradas.
No dia 09 de fevereiro, quarta-feira, um dos mais renomados profissionais do segmento, Marcio Okada, estará em Campinas ministrando curso promovido pelo Hub de Cultura Digital da ACI. Faça a sua inscrição da rede social da ACI News – www.acinews.ning.com
A lógica do Marketing no Google é pré-requisito para os profissionais do futuro

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Estudante de 16 anos é aprovada em nove vestibulares para medicina

'Sempre fui exigente demais comigo', diz Marcela

Marcela Malheiro Santos, de 16 anos, tem o privilégio de escolher entre o curso de medicina de nove universidades brasileiras. A estudante foi aprovada nas principais instituições de ensino do país, entre elas: Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
No total, Marcela prestou 13 vestibulares. Passou em nove, não passou em três e aguarda o resultado de mais um. A estudante já decidiu: vai fazer o curso de medicina da USP.
Filha de um bancário e uma profissional de biblioteconomia, a estudante diz que seus pais nunca exigiram que ela fosse uma aluna excelente e tivesse sucesso no vestibular. A mãe, inclusive, avisou que a família faria um esforço para mantê-la em uma universidade particular caso ela não conseguisse vaga nas públicas. Porém, Marcela nem trabalhou com esta hipótese.
"Sempre fui exigente demais comigo. Na escola se eu tirasse nove ficava mal e ia questionar o professor", disse Marcela ao receber a reportagem do G1 em sua casa, no bairro de Pirituba, em São Paulo, na manhã desta quarta-feira (9). Em plena entrevista, o nome da vestibulanda aparecia em mais uma lista, a dos aprovados em medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Mesmo antes de concluir o ensino médio, o nome da estudante já aparecia na lista de classificados da USP. No ano passado, ela foi aprovada como treineira na área de biológicas, e no primeiro ano do ensino médio também passou para a segunda fase, mas não fez a prova porque foi viajar.
Quando criança, ela 'pulou' um ano
Ainda criança, Marcela mostrou seu potencial. Quando tinha 6 anos, sua mãe foi informada pela professora de educação infantil da escola onde estudava que a menina já estava alfabetizada e portanto atrapalhava o andamento da turma, por isso deveria ser matriculada no primeiro ano do ensino fundamental, ou seja, "pular" um ano. A mãe, na época, teve dificuldades de encontrar um colégio que aceitasse a matrícula já que a menina ainda não havia completado 7 anos.
Marcela fará 17 anos no próximo dia 22 de fevereiro. Para ela, a pouca idade não será problema quando estiver na faculdade. "Todo mundo estará lá com o mesmo objetivo. Foi difícil para todo mundo da mesma forma, por isso a idade não faz diferença."
Aluna do Colégio Integrado Objetivo, em São Paulo, Marcela diz que não esperava passar em nenhum dos vestibulares que prestou. Tanto que chegou a se matricular como garantia na PUC-Paraná, uma das primeiras instituições a divulgar o resultado. "Toda vez que via meu nome na lista de aprovados ficava muito surpresa", afirma.
Dedicação
Tanto sucesso não foi à toa. Marcela sempre foi boa aluna, ama ler e reservou o ano de 2010 para se preparar ao vestibular. Desistiu das aulas de balé, jazz e sapateado, das conversas com os amigos pela internet, e dos passeios. No máximo, dava uma volta de meia hora de bicicleta, pelo bairro onde mora, em Pirituba, aos domingos.
De manhã, frequentava as aulas regulares do terceiro ano do ensino médio, e à tarde aproveitava as atividades extras da escola, como plantão de dúvidas e aulas de redação. Em casa estudava na escrivaninha no quarto, sob silêncio total. "Nunca fui de ficar estudando o tempo todo, mas prestava muita atenção nas aulas. Os professores dão dicas do que vai cair e há questões modelo que você pode treinar", destacou.
A tática de Marcela foi inversa da maioria dos vestibulandos. Entre janeiro a maio de 2010, ela pegou pesado nos estudos, e relaxou no segundo semestre. "Não dá para estudar como maluca. Você fica muito cansada e dá mais nervosismo na hora da prova."
Escolha
A opção por estudar medicina veio de empurrão dos pais que consideram que ela tem perfil para carreira. A garota não imagina como será o curso, nem tem ideia da especialidade que pretende seguir. No momento, está ansiosa com o trote. "Estou com um pouco de medo, mas conheço uma menina que está no segundo ano que pode me ajudar", brinca.
Concluída a missão de passar no vestibular, Marcela tem planos de fazer dança de salão e voltar a viajar - uma de suas paixões. Quando fez 15 anos pode escolher entre uma festa e uma viagem. Fez a segunda opção e passou 30 dias viajando pela Europa com a irmã que também seguiu carreira em saúde e é dentista. Para comemorar o sucesso nos vestibulares, Marcela pretende fazer uma nova viagem com os pais.
Veja dicas de estudos da vestibulanda:
- Se possível, dedicar o ano aos estudos e dispensar demais compromissos;
- Não estudar muitas horas por dia;
- Prestar atenção nas aulas e nas dicas dos professores;
- Responder questões de vestibulares anteriores, pois muitos modelos são mantidos;
- Ler revistas, jornais, livros e sites informativos;
- Aos alunos que ainda não estão no terceiro ano, vale a pena prestar vestibular como treineiro;
- Revisar a matéria do dia, em casa;
- Fazer uma redação por semana;
- Buscar formas de relaxar o corpo e a mente pelo menos uma vez por semana;
- Evitar comidas pesadas, como fritura, principalmente antes das provas.

Jornal "Folha de São Paulo" - 09/02/11